SINDUSCON/AP

Presidente:
Robeto Luiz Chaves de Souza
Fones: (96) 9972.8947 / 8121.3767

APRESENTAÇÃO
No dia oito de agosto de 1985, foi fundado à Associação dos Construtores do Amapá, por um grupo de pessoas com o objetivo de ter uma associação no ramo de construção civil, que foi constituída de 22 empresas, sendo que 12 tiveram os seus representantes na diretoria.

No decorrer dos anos novos sócios integraram na associação, e no dia 14 de novembro de 1989, conforme Assembléia Geral houve a transformação da ASSOCIAÇÃO DOS CONSTRUTORES DO AMAPÁ - ACOAP, para SINDICATO DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL DO AMAPÁ - SINDUSCON-AP, tendo como seu primeiro Presidente e autor da idéia da transformação o Engenheiro Civil Antônio Armando Barrau Fáscio Filho, "in-memorian", que muito contribuiu para que o SINDUSCON-AP, existisse de fato, e fez ver aos presentes a importância do Sindicato. Permaneceu como Presidente até o dia 03 de agosto de 1990, quando então foi eleito o Engenheiro Civil Leônidas Cardoso Platon, que agradeceu na ocasião pela confiança depositada nele pelos sócios e principalmente pelo apoio, elogiou os trabalhos feitos no Sindicato pelo companheiro Fáscio, que contribuiu para que o mesmo existisse. Finalizou o seu discurso, pedindo apoio aos sócios para que em conjunto pudessem dar continuidade aos trabalhos iniciados pelo saudoso companheiro. Somente no dia 17 de outubro de 1994, o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amapá, existiu de fato e direito, pois nesse dia, foi devidamente registrado em cartório.

ANÁLISE DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESTADO
O Estado do Amapá, hoje na condição de unidade federada, sempre se utilizou da construção civil como instrumento de geração de renda e empregos. O governo tinha a responsabilidade de criar a estrutura política-administrativa do território, visando, um curto espaço de tempo a sua elevação à categoria de Estado.

Há alguns anos atrás , a construção civil registrou um aquecimento satisfatório, gerando bastante emprego e atendendo a demanda.
O diagnóstico setorial mostra que, a exemplo de outras áreas da iniciativa privada, a construção civil não teve fôlego e flexibilidade suficiente para suportar os choques de sucessivos planos econômicos.

Numa postura moderna e participativa, sugere que a indústria e o governo sentem-se à mesa para o debate de propostas e soluções, que aliviem os principais pontos de estrangulamento no setor da construção:

- a insuficiência de financiamento para a habitação que afeta a demanda;
- os obstáculos à racionalização/industrialização dos processos construtivos, que pesam na ponta da oferta;
- a ausência de investimentos em infra-estrutura, que eleva o Custo Brasil.

Entre os setores que tem contribuído para a estabilização da economia, chama  atenção o comportamento da indústria da construção civil. Este setor, esquecido pelas políticas governamentais, ressurge, mostrando sua nova cara.