Histórico da FIEAP
Foi criada em 14 de dezembro de 1990 com o objetivo de amparar, defender e representar a indústria amapaense perante à sociedade, aos poderes públicos, federais, estaduais e municipais, colaborando na busca de soluções que tragam o desenvolvimento econômico e justiça social, através de mecanismos de aperfeiçoamento dos métodos de trabalho e produtividade.
Trata-se de uma associação sindical de grau superior com sede em Macapá-Ap, constituída para fins de estudo, coordenação, proteção e representação legal dos interesses econômicos das categorias integradas no Plano da Confederação Nacional das Indústrias - CNI, inspirando-se na solidariedade social e nos interesses do país, como órgão de colaboração dos poderes públicos e demais associações.
O Conselho de Representantes é o poder soberano da Federação, composto de dois Delegados de cada sindicato filiado, eleito pelas respectivas assembléias eleitorais, cabendo um voto a cada delegado.
A FIEAP para atingir seus fins e desempenhar suas atribuições, dispõe de serviços próprios, administrativos, jurídicos, técnicos, consultivos e executivos a serviços dos interesses de seus filiados e de toda a comunidade industrial do Estado.
O Sistema Federação das Indústrias do Amapá, composta pelo SENAI, SESI e IEL , congrega num esforço de cooperação, as entidades que reúnem a força de trabalho local, conhecedora das peculiaridades regionais, à tecnologia importada dos grandes centros industrias com o objetivo comum de acompanhar as transformações da comunidade industrial brasileira, aperfeiçoando, adaptando e servindo aos interesses de uma sociedade a cada dia mais esclarecida e exigente.
Desenvolvendo um trabalho de apoio direto às indústrias da região, a FIEAP, tem procurado manter um elevado padrão de seriedade na condução de atividades de interesses da comunidade industrial através de metas com resultados que tragam o progresso econômico com o aproveitamento máximo possível da infra-estrutura urbana disponível, do pragmatismo local, numa parceira óbvia de interesses, onde todos ganham e se faz grandeza do Estado.
Graças a esse aproveitamento, aliados a uma informação tecnológica renovadora e atual, podemos afirma que a indústria local é, do ponto de vista empresarial, no mínimo, interessante. Hoje a indústria amapaense, a despeito de velhos problemas, chama a atenção de todos o país e desperta interesse para investimento até a nível internacional. Sem dúvida, é gratificante participar da transformação e esse é o papel que a FIEAP tem procurado desempenhar no desenvolvimento do Estado.
Adequar sua metodologia de trabalho às necessidades de consolidação de projetos a nível regional, com ênfase para modernos processos de produção, passa então a ser a nova meta de todo o Sistema Federação das Indústrias, consciente de que acompanhar as transformações e melhoramentos que ocorrem para o setor industrial amapaense, o passaporte para um mundo onde a qualidade revela-se o mais poderoso atrativo de um bom produto.
As entidades componentes do Sistema FIEAP, dentro de uma concepção global e estrutural, visam atender às necessidades das indústrias com ações que permitam acesso ao desenvolvimento de suas realizações científicas, tecnológicas, econômicas e sociais.
A integração entre estas instituições exige a integração entre as pessoas envolvidas num mesmo processo de trabalho que tem objetivo comuns, a melhoria de qualidade de vida de toda a sociedade.
O SENAI tem por objetivo principal, a qualificação profissional par as indústrias, propocionando ao trabalhador, a oportunidade de completar em cursos de curta duração, a formação profissional parcialmente adquirida no local de trabalho.
O SESI tem como finalidade específica, prestar assistência às áreas de sáude, educação e lazer. Esta iniciativa visa proporcionar a integração do trabalhador ao convívio social, educacional e cultural do Estado.
O IEL tem como finalidade promover
a interação entre a indústria e universidade, com objetivos de institucionalizar o relacionamento recíproco com ações efetivas em favor do desenvolvimento científico.
Naquela portunidade, somente cinco sindicatos de
representação patronal existiam na economia
industrial
do Estado do Amapá: o dos setores gráfico, moveleiro,
cerâmico, panificação e confecção.
Foram eles que atenderam ao chamado do empresário
Francisco Leite da Silva, fundador e primeiro presidente
da instituição.